| Videoconferência discute setor comercial em Livramento |
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| Qua, 15 de Abril de 2009 09:27 | |
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No Seminário “Tempo de Agir”, realizado pelo Sebrae e Unipampa no formato de videoconferência, o Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae RS, Paulo Tigre, destacou os dados levantados pela pesquisa realizada junto a 600 pequenas e microempresas gaúchas durante os meses de fevereiro e março de 2009. "Apesar da turbulência econômica mundial, 53,5% das micro e pequenas empresas gaúchas devem fazer investimentos em 2009. Esse dado comprova que podemos e devemos utilizar a atual situação financeira para reavaliar estratégias e ampliar projetos inovadores, capazes de transformar a crise em um momento de oportunidades’’. Com estas palavras, o presidente Paulo Tigre, resumiu a mensagem direcionada aos cerca de 250 empreendedores e autoridades presentes no Seminário Tempo de Agir e Criar Oportunidades, realizado no dia 25 de março na USEn, a Universidade Sebrae, e transmitido para Santana do Livramento por vídeoconferência, contando com a presença de várias lideranças da região. O evento teve como foco a busca de soluções práticas para superar momentos de instabilidade financeira, utilizando como base dados da pesquisa realizada pela entidade junto a 600 micro e pequenas empresas do Rio Grande do Sul. O estudo, aplicado entre empreendimentos de diversos segmentos do Estado, aponta que grande parte dos empresários mantém expectativas positivas de desenvolvimento econômico. “Mais de 50% das MPEs consultadas demonstram que este será um ano de crescimento. Com relação ao País, levando em consideração as medidas adotadas pelo governo federal para minimizar os efeitos da crise, a pesquisa revelou que 43,2% dos empreendimentos gaúchos acreditam na estabilidade”, acrescentou o presidente Paulo Tigre. Em relação às ações do Sebrae/RS que visam impulsionar a sustentabilidades das micro e pequenas empresas, a sondagem aponta que, para 46,2% dos empreendedores, a prioridade está relacionada à capacitações de gestão, seguida de acesso a fontes de Crédito (24,2%), acesso a novos mercados (20,4%) e oferta de ações que priorizam a melhoria do processo produtivo, inovação e novos produtos (9,2%).
Fonte: Assessoria Comunicação |