Cesta básica do mês de agosto apresentou leve queda Imprimir
Qua, 11 de Setembro de 2013 16:04
O informativo de agosto sobre o custo da cesta básica de Santana do Livramento, desenvolvido por alunos do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), divulga que valor da cesta básica do mês de agosto na cidade teve uma leve queda de -0,31% em relação ao mês anterior, apresentando uma menor queda dos preços de agosto do que a registrada no mês de julho.

De acordo com os estudos realizados, o valor da cesta ficou em R$ 266,88, enquanto que, o respectivo valor do mês de julho foi de R$ 267,71. O resultado do último mês segue a trajetória declinante apresentada em treze das dezoito capitas do Brasil onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) efetua o cálculo da cesta básica.

Segundo o informativo, dois produtos apresentaram aumentos de destaque em agosto: o preço da farinha subiu 5,2% e o preço do leite teve um acréscimo de 5,4%. Entre os produtos que tiveram a maior queda destacam-se a batata e a banana: -4,7%, e, -4,5%, respectivamente. De acordo com o coordenador do projeto, professor Carlos Hernan Rodas Céspedes, cabe notar, neste mês, a persistente trajetória decrescente do preço do óleo de soja, no mês de agosto a queda foi de -2,9%. O estudo ainda aponta que no acumulado dos últimos doze meses, a cesta ficou 6,70% mais cara.

Conforme o informativo mensal do DIEESE, em agosto, a capital gaúcha registrou o maior aumento da cesta, + 1,83%, entre todas as capitais pesquisadas. Já a capital paulista apresentou novamente a cesta mais cara do país, R$ 319,66. O valor da cesta de Porto Alegre ficou próximo do valor da cesta paulista, R$ 311,50. A cesta mais barata do país continua sendo a de Aracaju, R$ 233,19.

Com base no valor do salário mínimo equivalente a R$ 678,00, correspondentes a 220 horas de trabalho, na cidade de São Paulo foram necessárias 103 horas e 43 minutos para comprar uma cesta básica, enquanto que, em Porto Alegre, a respectiva quantidade de horas representou 101 horas e cinco minutos. Em Santana do Livramento, o trabalhador remunerado com um salário mínimo precisou de 86 horas e 35 minutos de trabalho para adquirir os alimentos necessários à reprodução de sua força de trabalho.

Para conferir o informativo completo, clique aqui.

Com informações de Carlos Hernan Rodas Céspedes, Nycolas Ribeiro para Assessoria de Comunicação Social.