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Professores discutem o ensino de novas tecnologias e os métodos de avaliação PDF Imprimir
Qui, 19 de Fevereiro de 2009 11:06
O professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Sérgio Franco, doutor em Educação, foi o motivador das reflexões realizadas neste último dia do II Seminário de Desenvolvimento Profissional- Pedagogia Universitária, do qual participam os professores da UNIPAMPA desde terça-feira, 17.

Na parte da tarde, em avaliação aberta do seminário com todos os professores, ficou evidente a valorização de espaços destes diálogos acadêmicos entre todos os servidores da Universidade. Foi a oportunidade para que, segundo o professor Sérgio Franco, os educadores pudessem compreender os desafios que envolvem a avaliação interna e externa na Universidade e principalmente, a educação a distância, e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento de novas pedagogias para o ensino superior.

O professor da UFRGS resgatou máximas que são bastante conhecidas entre docentes das áreas de Licenciatura, mas válidas de serem reforçadas e melhor percebidas por todos os educadores, das diferentes áreas. Chamando a atenção para as transformações ocorridas na Educação, nos últimos anos, e que trouxeram à Universidade diferentes tipos de aluno e novos perfis de professores, Sérgio Franco frisou a necessidade do comprometimento com a Universidade, o que faz com que o professor deva assumir um papel coletivo e não de isolamento na realidade apenas de seu curso. “Se a gente não dá a contribuição da gente, as coisas não andam, porque Educação não funciona no piloto automático”, disse ele.

Para o pesquisador, o professor tem autoridade em sala de aula quando reconhece que a autoridade vem da idéia de autoria e que é um autor quem é autor do que ensina, autor da reflexão que provoca em seus alunos. A Universidade, disse Sérgio Franco, precisa avaliar com coragem o seu desempenho, enfrentar com naturalidade as resistências, os medos e a desconfiança de quem é avaliado, e saber mobilizar a comunidade acadêmica, diagnosticar a realidade como quem encara um espelho. “Porque espelhos sempre mostram a verdade, mostram as deficiências”, concluiu. “È preciso evitarmos a desculpa por tudo que fazemos. Assumirmos que se temos uma ruga, devemos ter a ousadia para tirá-la, ou a sabedoria de integrá-la à nossa beleza”.

A solução, segundo o saldo das discussões, está no diálogo. Não um diálogo que seja concebido como uma conversa, mas como um confronto, um debate. “Se eu sei o que o outro pensa, não há diálogo. O verdadeiro diálogo só acontece na diferença”, completou o professor.

altalt

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