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Pesquisadores da Unipampa estudam áreas de degelo PDF Imprimir
Qui, 02 de Abril de 2009 10:12
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Antártico de Pesquisas Ambientais (INCT APA) instalado dia 1º de março, às 10h, em solenidade realizada no Ministério do Meio Ambiente (MMA)foi criado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, e se constituiu em uma rede de pesquisa com a participação de mais de 40 pesquisadores ligados a 16 diferentes instituições – entre elas o MMA, parceiro no projeto.

Os pesquisadores da UNIPAMPA pesquisam áreas de degelo adjacentes a Baia do Almirantado, Ilha Rei George, Antártica em um trabalho de acompanhamento da evolução das comunidades vegetais de áreas de degelo adjacentes a Baia do Almirantado, Ilha Rei George, Antártica, buscando o conhecimento de sua biodiversidade e sua distribuição, bem como a identificação de substâncias anti-genotóxicas e fotoprotetivas, para reunir dados que contribuam para avaliação de impacto ambiental nessas áreas, através de indicadores como, por exemplo, a biodiversidade e cobertura vegetal.

O projeto “Monitoramento das Comunidades Vegetais de áreas de degelo da AAPG No 1, Baia do Almirantado, Ilha Rei George, Antártica”, desenvolverá um conjunto de atividades de campo e de laboratório que possibilitem, entre outros pontos, identificar claramente as espécies vegetais que ocorrem nas áreas de degelo da região da Baia do Almirantado, através do estudo do material a ser coletado e pela consulta a herbários que possuam material preservado e proveniente da região em estudo, para serem utilizados com indicadores de impacto ambiental e realizar o estudo fitossociológico para localizar as diferentes formações vegetais que ocorrem na região em estudo, utilizando a técnica de quadrados, para delimitar as comunidades vegetais e aferindo sua evolução para aferir a ocorrência de impacto ambiental, originados por fenômenos naturais ou pela ação antrópica, além de descrever as formações e associações vegetais estudadas, baseando-se principalmente na cobertura vegetal e nas listas de espécies e relacionar as comunidades vegetais das áreas de degelo da região com as colônias de aves, através do estudo comparativo entre as comunidades vegetais de regiões próximas às colônias de aves e aquelas afastadas das mesmas, que são dados importantes na avaliação de impacto ambiental, por ser indicador da presença de aves.

Segundo texto do projeto, a idéia é também elaborar mapas com a distribuição das formações vegetais para futuras avaliações de sua evolução e identificar substância fotoprotetivas para UV e sua possível utilização para proteção em animais e ainda, reunir dados sobre as plantas que crescem em áreas de degelo na Antártica que possam contribuir com outros projetos, para facilitar a compreensão dos ecossistemas antárticos como um todo.





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