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Vigilância sanitária esclarece sobre vírus Influenza PDF Imprimir
Sex, 17 de Julho de 2009 10:01
A diretora da Vigilância Sanitária em São Borja, veterinária Janaina Leivas, esteve na UNIPAMPA, esta semana, para dar esclarecimentos sobre o Influenza A H1N1, atendendo orientação da prefeitura do município de São Borja. Ela esclareceu que todo e qualquer paciente que chega da Argentina pela fronteira é monitorado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e em caso de suspeita da doença, ele é encaminhado ao hospital, que por sua vez, comunica a Secretaria de Saúde para monitoramento.

Os casos mais graves ficam hospitalizados, segundo Janaina Leivas, somente aqueles que apresentam alguma complicação mais séria. Os demais são orientados em casa mesmo. Ela lembra que é preciso que se evitem aglomerações, ambientes fechados com grande número de pessoas, e que as casas fiquem bem arejadas, que as pessoas tenham uma alimentação saudável e tomem bastante líquido nesta época.

O vírus prefere local seco que não haja circulação de ar. A veterinária ainda explica que a demora do resultado dos exames também prejudica a divulgação da informação correta. Segundo ela, "o material para exame é coletado no hospital e enviado para o Lacen que por sua vez envia à Fundação Osvaldo Cruz, no Rio de janeiro, que realiza os diagnósticos, isso demora por volta de 17 dias, algo que poderá ser modificado a partir da próxima semana, quando será feita a capacitação dos técnicos do Lacen para realização dos exames em Porto Alegre". O exame deve ser feito no sétimo dia depois que se apresentam os sintomas (como no caso da dengue), mas que se forem bastante evidenciados, os especialistas fazem anteriormente a medicação específica da gripe A, assim, somente em caso de complicações será utilizado o medicamento específico. Nos demais o tratamento é o mesmo das outras ´influenzas´.

A diretora da Vigilância Sanitária afirma que todas as medidas estão sendo tomadas com relação aos casos suspeitos detectados em São Borja. Ainda acrescenta que a comunidade deve ser alertada quanto a sua atitude de monitoramento do meio ambiente para evitar possíveis infestações de mosquitos no verão, como o cuidado com a água parada e o lixo jogado no chão.



(Assessoria de Comunicação)
 


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