| Projeto Melhor Amigo terá DVD para escolas |
|
| Qua, 29 de Junho de 2011 12:02 | |
|
O enredo é simples, comovente e bastante enraizado na experiência de qualquer criança que já tenha brincado com cães. O público infantil provavelmente guardará a lição de afeto e cuidado contida no vídeo que o projeto de extensão Melhor Amigo, está preparando.
O projeto é coordenado pela professora Maria Lígia Mistieri do Campus Uruguaiana, da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e recebeu o apoio da professora Elisa Lübeck Terra, do Campus São Borja, e dos acadêmicos de Publicidade e Propaganda Luan Zubaran e Tiago Mateus Pereira. As gravações ocorreram no dia 21 de junho, no Campus São Borja, contando ainda com os acadêmicos do Campus Uruguaiana que integram o projeto: Luís Vitor Centeno, Mayara Nóbrega e Waylton Franco Jr., que animam e dublam os fantoches.
A meta é multiplicar uma das ações do projeto, que se dedica a sensibilizar a comunidade uruguaianense para o cuidado com os cães. Para o público de 4 a 7 anos, os integrantes do projeto costumam encenar uma peça de teatro de fantoches. A história tem como protagonistas dois cãezinhos, Bartolomeu e Madruguinha, que ao interagir com os demais personagens vão evidenciando, entre uma ação e outra, as responsabilidades que o ser humano precisa assumir com os cães, seja em casa ou na rua. O argumento enfoca o abandono e os maus-tratos como fonte de problemas diversos – por exemplo, o Lobo Mau da história é, na verdade, um cão ressentido que fugiu do lar onde sofria maldades e indiferença. A professora Maria Lígia Mistieri explica que os públicos de outras faixas etárias são contatados através de outras ações, como mini-palestras. Cerca de 100 DVDs devem compor o lote de material a distribuir para as escolas de São Borja e Uruguaiana, prioritariamente, e também para os educandários das cidades onde a Universidade mantém campus. Cuidado que protege Além da responsabilidade ética, o projeto também focaliza a saúde pública como setor afetado pelo grande número de cães nas ruas, devido às zoonoses como a leishmaniose visceral canina. Se houver menor índice de abandono de animais, um melhor controle da natalidade e maior eficiência no controle dos vetores transmissores de várias zoonoses (como carrapatos e mosquitos), é possível reduzir o número de casos de doenças em seres humanos. O projeto também trabalha com o conceito da adoção de um animal errante sob avaliação profissional, orientando as pessoas para que conheçam os cuidados requeridos. Heleno Nazário para Assessoria de Comunicação Social |