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O informativo mensal sobre o custo da cesta básica na cidade de Santana do Livramento indicou que, no mês de junho, o valor dos produtos alimentícios aumentou 2,28% em relação ao mês de maio. O valor da cesta básico ficou em R$ 274,48 enquanto que o valor do mês anterior foi de R$ 268,38. Os dados são do grupo responsável pelo Projeto Cesta Básica, do Campus Santana do Livramento.
O projeto, coordenado pelo professor Carlos Rodas Céspedes, é desenvolvido pelos acadêmicos Gederson Silva Giogia, Elis Renner Bandeira, Vivian Tatiana Rodriguez Yuane e Yan William Lacerda Dantas, todos do curso de Ciências Econômicas. Segundo o informativo, o preço de quatro produtos da cesta básica apresentou um aumento: a batata, 5,12%; o tomate, 5,18%; a banana, 5,35% e, o feijão, 4,98%. Entre os produtos que apresentaram um declínio encontram-se: a carne, -1,38%; o óleo, -1,72% e, a manteiga, -6,21%.
O projeto expõe que a variação acumulada da cesta básica nos cinco primeiros meses do ano foi de 11,28%, tendo como destaque: a batata, 71,43%; a farinha, 22,13%; o tomate, 22,24% e, o feijão, 18,04%. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada da cesta foi de +19,69%, sendo que os aumentos mais representativos ficaram por conta da batata, 92,40%; o tomate, 62,86%; a farinha, 31,71%; o feijão, 27,95%; e, o arroz, 20,75%. Os preços do açúcar e do óleo tiveram a menor queda, sendo elas, respectivamente, de - 14,89% e -2,44%.
De acordo com o informativo lançado pelo DIEESE, Porto Alegre registrou uma elevação de +1,85% no valor da cesta. Aracajú e Brasília foram as cidades que registraram os maiores aumentos, +3,05% e +2,87%, respectivamente. Além disso, o DIEESE constatou que a cesta do mês de junho ficou mais barata em dez das dezoito capitais pesquisadas. Enquanto isso, em São Paulo, a cesta básica continua sendo a mais cara, R$340,48 e, a mais barata, ficou registrada em Aracajú, R$ 248,07.
Os dados levantados pelo projeto permitem afirmar que o trabalhador santanense remunerado com o salário mínimo de R$678,00, correspondente a 220 horas mensais, necessitou o equivalente a 40,5% das horas trabalhadas para adquirir a cesta básica de alimentos; ou seja: foram necessárias 89 horas e 3 minutos de trabalho para adquirir os alimentos necessários para reproduzir a sua força de trabalho.
Confira o informativo na íntegra clicando aqui.
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Com informações por Carlos Hernan Rodas Céspedes, Tatiane Bispo para Assessoria de Comunicação Social |