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O valor da cesta básica do mês de Julho na cidade de Sant’Ana do Livramento apresentou uma queda de 2,54% em relação ao mês anterior. O valor da cesta ficou em R$ 267,71, enquanto que, o respectivo valor do mês de junho foi de R$ 274,7. O resultado do último mês reverte o aumento nos meses de maio e junho.
Desta vez, o tomate contribuiu fortemente para a queda do valor da cesta, em media o seu preço ficou 29,82% menor que o registrado no mês anterior. Quedas menores se registraram nos preços dos seguintes produtos: açúcar, -3,37%; batata, -2,80%; óleo, -2,71%. Entre os alimentos que tiveram maior aumento se destacaram: o pão, 10,36%; a farinha, 4,69%; e, a banana, 3,73%.
A variação acumulada nos primeiros sete meses do ano foi de 8,54%, tendo como destaque: a batata, 66,64%; a farinha, 27,72%; e, o pão, 24,17%. Pelo lado dos produtos que apresentaram diminuição, destacam-se: o tomate, -14,21%; o açúcar, -15,99%; e, o óleo, -13,10%.
No acumulado dos últimos doze meses, a cesta ficou 6,65% mais cara. Neste período, os produtos que apresentaram maior elevação foram: a batata, 95,15%; a farinha, 36,52%; o pão, 27,35%; o arroz, 21,50%; o feijão, 21,19%; e, o leite, 18,76%. No mesmo período, os produtos que tiveram a maior queda foram: o tomate, -36,35% (principalmente em função da expressiva redução ocorrida nos dois últimos meses); o açúcar, -17,67%; e, o óleo, -6,02%.
Como descreve o recente informativo do DIEESE, nas dezoito capitais onde a pesquisa da cesta básica é efetuada, a cesta básica de julho ficou mais barata. Em Porto Alegre, a cesta ficou 7,05% mais barata que o valor registrado em junho. A queda registrada em Brasília foi maior de todas as capitais: 8,86%. Retrações menores se confirmaram também em Salvador, 0,18, e, Vitória, 1,55%. A cesta de São Paulo ficou 3,83% mais barata no mês de julho.
Nos últimos sete meses do ano, Aracajú apresentou a maior variação da cesta básica: 17,30%. Já em relação aos últimos doze meses, Salvador registrou o maior aumento, 18,72%.
Em julho, a capital paulista novamente se destacou com a cesta mais cara do país: R$ 327,44%. Enquanto que a cesta mais barata foi a de Aracaju: R$ 239,36, segundo o DIEESE.
Com base no valor do salário mínimo, equivalente a 678 reais correspondentes a 220 horas de trabalho, na cidade de São Paulo foram necessárias 106 horas e 15 minutos para comprar uma cesta básica. Em Porto Alegre a respectiva quantidade de horas apontou 99 horas e 16 minutos.
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Produtos
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Quantidade
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Gasto em R$ junho/13
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Tempo necessário
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Gasto em R$ julho/13
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Tempo necessário
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Carne
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6,6 kg
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86,59
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28h05min
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87,37
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28h21min
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Leite
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7,5 l
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16,07
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05h12min
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16,51
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05h21min
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Feijão
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4,5 kg
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19,18
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06h13min
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19,26
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06h14min
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Arroz
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3 kg
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6,29
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02h02min
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6,27
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02h02min
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Farinha
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1,5 kg
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2,96
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00h57min
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3,10
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01h00min
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Batata
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6 kg
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18,01
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05h50min
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17,51
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05h40min
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Tomate
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9 kg
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37,82
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12h16min
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26,54
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08h36min
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Pão
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6 kg
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25,94
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08h25min
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28,63
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09h17min
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Café
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600 gr
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10,22
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03h18min
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10,08
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03h16min
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Banana
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90 unid
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27,00
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08h45min
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28,15
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09h08min
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Açúcar
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3 kg
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5,74
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01h51min
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5,57
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01h48min
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Óleo
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1080ml
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3,99
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01h17min
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3,88
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01h15min
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Manteiga
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750 gr
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14,66
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04h45min
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14,85
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04h49min
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Valor da Cesta Básica
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274,48
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89h03min
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267,71
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86h52min
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Em Santana do Livramento o trabalhador remunerado com um salário mínimo, correspondente a 220 horas de trabalho, precisou de 86 horas e 52 minutos de trabalho para adquirir os alimentos necessários à reprodução de sua força de trabalho. Na cidade o valor é pesquisado em quarenta e três estabelecimentos comerciais de gêneros alimentícios. A pesquisa é desenvolvida por alunos do curso de Ciências Econômicas da UNIPAMPA.
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